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XLII CAP: A geodiversidade que se vê em Trás-os-Montes

foto xlii capA parceria começou na 22ª edição. Repetiu-se na 32ª. E voltou a acontecer na 42ª. A APG regressou à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, para a edição número 42 do CAP – Curso de Atualização de Professores em Geociências.

"Já desafiei os meus colegas a fazer o 52º [CAP] daqui a dez anos", disse a professora Elisa Preto Gomes, diretora do Departamento de Geologia da UTAD. A APG também espera voltar a Vila Real, até porque a geologia de Trás-os-Montes é uma parte incontornável da geodiversidade de Portugal.

Ao longo de quatro dias, entre 6 e 9 de outubro, os participantes descobriram a geodiversidade de Trás-os-Montes em diferentes palestras, workshops e saídas de campo.

O primeiro dia coincidiu com a primeira celebração do Dia Internacional da Geodiversidade. Seguiu-se um dia de palestras e workshops e dois dias no campo, para conhecer locais como as minas de ouro romanas de Tresminas, uma mina de granito em Pedras Salgadas e afloramentos em Bragança de rochas que se formaram durante a colisão de massas continentais que deu origem ao supercontinente Pangeia, há centenas de milhões anos.

A comissão organizadora, liderada pelo lado da UTAD pela professora Maria do Rosário Costa, procurou criar um programa variado, abrangendo diferentes áreas de interesse para os professores.

"Nós aqui podemos ajudar os professores a encontrar maneiras de ensinar de uma forma mais prática e atrativa", enalteceu Maria do Rosário. "Temos de ver o que é que interessa aos professores do ensino básico e do ensino secundário. Porque podíamos ensinar-lhes coisas do arco da velha complicadíssimas que podiam não ter grande aplicação."

O balanço da 42ª edição do CAP é bastante positivo. Por um lado, houve menos inscritos do que nas edições anteriores. Mas, para compensar, os participantes mostraram grande empenho e interesse, como notou a professora Elisa Preto Gomes.

Mário Diogo, um dos professores que participou nesta edição, frequentou o CAP pela segunda vez, pois nota que o CAP é uma boa oportunidade para aprender e reaprender conceitos geológicos e também para confraternizar. "Os professores da universidade que nos têm acompanhado são muito sensíveis connosco, não se esticam em termos científicos. Tentam sempre manter um nível percetível para toda a gente".

Para a professora Rita Alves, frequentadora assídua dos cursos da APG, o 42º CAP permitiu conhecer melhor a Geologia do nordeste português. "Não conhecia muito bem a Geologia desta zona em Bragança e Vila Real, por ser uma área mais afastada do território onde vivo, na região Centro. Tinha muita curiosidade, há muito tempo, de aprender um bocadinho mais sobre a Geologia de Trás-os-Montes".

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